Reposição de Testosterona (TRT), Dr. Ricardo H. De Rizzo
Procedimento

Reposição de Testosterona: TRT com Diagnóstico e Segurança, no ABC Paulista

A queda de testosterona (hipogonadismo, DAEM) afeta energia, libido, massa muscular, humor e ereção. A reposição de testosterona (TRT), quando há déficit comprovado, devolve qualidade de vida — mas deve ser feita com diagnóstico correto e acompanhamento, nunca por automedicação.

O Dr. Ricardo H. De Rizzo (CRM 193042-SP | RQE 135640), urologista e andrologista, confirma o diagnóstico, indica o método ideal e monitora os resultados e a segurança ao longo do tratamento.

O que é hipogonadismo e DAEM?

Sinais de testosterona baixa

Causas da queda da testosterona

Como é feito o diagnóstico

Não basta o sintoma: é preciso dosagem hormonal (testosterona total e livre, geralmente pela manhã, em mais de uma coleta) e avaliação de outras causas. Tratar sem confirmar é arriscado e ineficaz.

Métodos de reposição

  1. Gel transdérmico (aplicação diária)
  2. Injeções (intervalos variáveis, conforme a apresentação)
  3. Outras formas, conforme avaliação individual

A escolha leva em conta rotina, preferência e perfil do paciente.

Benefícios esperados

Riscos e considerações

Acompanhamento (segurança)

O tratamento exige monitoramento periódico: testosterona, hematócrito, PSA e saúde prostática, além de avaliação cardiovascular. É isso que torna a TRT segura.

Dúvidas frequentes

A evidência atual não sustenta que a reposição cause câncer de próstata, mas o acompanhamento do PSA e da próstata é parte obrigatória do tratamento.
Quando indicada, a reposição substitui o hormônio que o corpo não está produzindo adequadamente. Se há uma causa reversível dessa redução, ao tratá-la de maneira adequada é possível pensar em suspender a reposição — mas isso depende da avaliação médica de cada paciente.
Não é recomendado utilizar testosterona sem indicação médica apenas para fins estéticos ou ganho de massa muscular. O uso inadequado pode trazer riscos à saúde, como alterações hormonais, cardiovasculares e reprodutivas.
Não sem cuidado: a testosterona externa reduz a fertilidade. Existem alternativas que preservam a produção de espermatozoides — converse antes de iniciar.
Não. Dose errada e ausência de monitoramento trazem riscos reais (sangue mais espesso, problemas cardíacos, infertilidade).
Libido e energia costumam melhorar em algumas semanas; outros efeitos (composição corporal) levam meses.

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